Mais Valiosos Que Pardais
Os passarinhos são figuras queridas para a maioria. Ainda quando pequeno na casa da minha avó me lembro de um pássaro preto lindíssimo, cujo cantarolar se fixou em minha mente de tal modo que por vezes me pego repetindo a melodia com meu tosco assobio. A paixão de meu tio por passarinhos cresceu tanto que às vésperas de seu falecimento ele contava com um viveiro repleto de 300 pássaros dos mais variados tipos. Sem seus cuidados, a frágil estrutura destes pequenos pássaros jamais lhes proporcionaria uma vida tão longa e cheia de qualidade. Algo com que sonham todos os homens.
Certamente a vida humana tem suas próprias fragilidades. Alie-se isto a um contexto tão ameaçador quanto o nosso e fica fácil entender porque as pessoas vivem atormentadas pelo medo. Passear pelas imediações do Campo Belo à noite, por exemplo, pode ser uma aventura mais perigosa que arborismo ou escalada com poucos equipamentos de segurança (E aí, aventureiro, vai encarar?).
O medo paralisa. Nos deixa neuróticos. Conheci uma mãe que vivia com um pano numa mão e álcool na outra para limpar cada canto da casa por onde passava sua filha, pois vivia em pânico apenas em imaginar que ela poderia pegar uma destas superbactérias fatais. Também me lembro de uma jovem que não ia a lugar algum exceto de táxi, e, ainda assim, de uns poucos taxistas conhecidos. E a lista poderia ser bastante longa. Talvez você mesmo pudesse acrescentar algo a ela.
Jesus sabe que vivemos num ambiente inseguro. Mas nos adverte que não sejamos dominados pelo medo: “Não tenham medo. Vocês valem mais do que muitos pardais!” (Mateus 10:31). Deus tem cuidado de nós, muito mais do que meu tio cuidava de seus queridos passarinhos. O que nos protege do medo é a certeza de que nossas vidas estão nas mãos do nosso Senhor, e que ele efetivamente nos ama.
O apóstolo João disse certa vez que o amor expulsa o medo e quem vive atemorizado não está aperfeiçoado no amor (1 João 4:17-18). Este é o elo que une os dois textos. Se eu estou confiante no amor do Pai por mim, posso descansar e viver seguro. Isto não implica dizer que não tomaremos cuidado. Antes, significa que não confiaremos tanto em nossos cuidados, como no grande cuidado dEle por nós.
Rodrigo Justino
Rodrigo Justino é pastor na Comunidade Cristã das Boas Novas (CCBN), em São Paulo
Certamente a vida humana tem suas próprias fragilidades. Alie-se isto a um contexto tão ameaçador quanto o nosso e fica fácil entender porque as pessoas vivem atormentadas pelo medo. Passear pelas imediações do Campo Belo à noite, por exemplo, pode ser uma aventura mais perigosa que arborismo ou escalada com poucos equipamentos de segurança (E aí, aventureiro, vai encarar?).
O medo paralisa. Nos deixa neuróticos. Conheci uma mãe que vivia com um pano numa mão e álcool na outra para limpar cada canto da casa por onde passava sua filha, pois vivia em pânico apenas em imaginar que ela poderia pegar uma destas superbactérias fatais. Também me lembro de uma jovem que não ia a lugar algum exceto de táxi, e, ainda assim, de uns poucos taxistas conhecidos. E a lista poderia ser bastante longa. Talvez você mesmo pudesse acrescentar algo a ela.
Jesus sabe que vivemos num ambiente inseguro. Mas nos adverte que não sejamos dominados pelo medo: “Não tenham medo. Vocês valem mais do que muitos pardais!” (Mateus 10:31). Deus tem cuidado de nós, muito mais do que meu tio cuidava de seus queridos passarinhos. O que nos protege do medo é a certeza de que nossas vidas estão nas mãos do nosso Senhor, e que ele efetivamente nos ama.
O apóstolo João disse certa vez que o amor expulsa o medo e quem vive atemorizado não está aperfeiçoado no amor (1 João 4:17-18). Este é o elo que une os dois textos. Se eu estou confiante no amor do Pai por mim, posso descansar e viver seguro. Isto não implica dizer que não tomaremos cuidado. Antes, significa que não confiaremos tanto em nossos cuidados, como no grande cuidado dEle por nós.
Rodrigo Justino
Rodrigo Justino é pastor na Comunidade Cristã das Boas Novas (CCBN), em São Paulo
“Minha Escolha eu fiz!” – Reflexão Pr. Yon Morato
Com muito carinho e respeito, ao pensar na história de um amigo e pensando na música que minha filha cantou estes dias … “Minha escolha eu fiz “, resolvi questionar e “pensar por escrito”!
Deus, pode sim ser tudo o que já disseram: Impossível de provar. Desnecessário. Nem lógico e nem original. Pode parecer humano e incompetente, incoerente e “blasée”. Pode ser apenas um conceito elegante e para muitos, Deus pode ser uma mentira. Mas eu creio que nele tudo tem causa e efeito, nele há vida com propósito. Quando penso na complexidade irredutível da vida, da matéria e dos seres, quando penso nas “coincidências perfeitas e funcionais”, na possibilidade da impossibilidade e que inevitavelmente existiu um começo … entendo que nem todas as verdades podem sempre ser provadas e que Deus em Jesus é experiência com significado pessoal.
Arranca-lo de mim não faria o menor sentido e nem tão pouco ele desapareceria só porque não cri. Colocá-lo na cadeia e responsabiliza-los pelas mazelas da minha vida também não me traria benefícios. Culpa-lo pela minha desgraça não seria suficiente para desfazer as escolhas que eu mesmo fiz…impelido pela vida ou pela circunstância, fui eu que escolhi.
Jesus veio para me trazer reconciliação com o Pai. Não veio simplesmente resolver problemas. Veio me livrar da Ira, afinal, o Pai, entregou seu próprio filho por amor ao seu nome e por amor a mim, rejeitar este amor seria minha desgraça. Quando titubeio e questiono (porque é lícito pensar e questionar!), me serve de incentivo e de argumento com minha própria angústia e pensamento, ler a Bíblia e reconhecer as ações de Deus … vejo Ester e sua sabedoria, Mordecai e seu livramento, Josué e suas vitórias, José e sua glória, Moisés e o milagre da sua história, Elias, Davi, Jó e seu sofrimento paciente, Abraão, Joao e até Pedro … que negou a Cristo, ou ainda a nação de Israel que surgiu de mães estéreis.
Todos estes viram o agir do Senhor … Muitas vezes encontrando soluções, mas sobretudo refazendo situações, salvando vidas, transformando caráter. Todos estes homens e mulheres souberam o valor da experiência que tiveram com Jesus, souberam o valor da sua prova e o quanto se tornaram mais do que eram ao caminhar com o Senhor! Se estes relatos não bastassem por serem históricos ou antigos … bastaria dar um pulo logo ali … e ver na igreja onde labuto tantas histórias de milagres e reconciliação, tantas alegrias e vitórias em meio a agruras e derrotas. Se ainda assim, depois de tantos testemunhos e relatos, eu ainda titubeasse em minha fé…buscaria na história evidencias do Cristo, e as encontraria.
Se outra vez eu tropeçasse e buscasse na ciência fatos que testificassem minha fé vacilante (em minha humanidade) … eu me fartaria de respostas! Mas se ainda, depois de tudo, eu decidisse que Deus é apenas “um conceito elegante” mas irreal … eu teria que peitar a minha escolha de viver sem ele, como se ele nada fosse e então correr o risco, já desenhado e anunciado por pensadores, de no fim da vida descobrir que eu estava errado, que Jesus de fato existia e fui eu quem escolhi viver e morrer sem ele!
Ainda bem que decidi por Jesus …vi nele riqueza para a minha caminhada e para a minha experiência, vi nele tudo o que eu tinha e precisava. Não obstante os pesares da vida, Jesus tem sido todo o dia a minha melhor escolha e a melhor experiência.
Pr. Yon Morato
Texto escrito pelo pastor Yon Morato, da Igreja Presbiteriana do Brasil no Ipiranga - IPBI.
Deus, pode sim ser tudo o que já disseram: Impossível de provar. Desnecessário. Nem lógico e nem original. Pode parecer humano e incompetente, incoerente e “blasée”. Pode ser apenas um conceito elegante e para muitos, Deus pode ser uma mentira. Mas eu creio que nele tudo tem causa e efeito, nele há vida com propósito. Quando penso na complexidade irredutível da vida, da matéria e dos seres, quando penso nas “coincidências perfeitas e funcionais”, na possibilidade da impossibilidade e que inevitavelmente existiu um começo … entendo que nem todas as verdades podem sempre ser provadas e que Deus em Jesus é experiência com significado pessoal.
Arranca-lo de mim não faria o menor sentido e nem tão pouco ele desapareceria só porque não cri. Colocá-lo na cadeia e responsabiliza-los pelas mazelas da minha vida também não me traria benefícios. Culpa-lo pela minha desgraça não seria suficiente para desfazer as escolhas que eu mesmo fiz…impelido pela vida ou pela circunstância, fui eu que escolhi.
Jesus veio para me trazer reconciliação com o Pai. Não veio simplesmente resolver problemas. Veio me livrar da Ira, afinal, o Pai, entregou seu próprio filho por amor ao seu nome e por amor a mim, rejeitar este amor seria minha desgraça. Quando titubeio e questiono (porque é lícito pensar e questionar!), me serve de incentivo e de argumento com minha própria angústia e pensamento, ler a Bíblia e reconhecer as ações de Deus … vejo Ester e sua sabedoria, Mordecai e seu livramento, Josué e suas vitórias, José e sua glória, Moisés e o milagre da sua história, Elias, Davi, Jó e seu sofrimento paciente, Abraão, Joao e até Pedro … que negou a Cristo, ou ainda a nação de Israel que surgiu de mães estéreis.
Todos estes viram o agir do Senhor … Muitas vezes encontrando soluções, mas sobretudo refazendo situações, salvando vidas, transformando caráter. Todos estes homens e mulheres souberam o valor da experiência que tiveram com Jesus, souberam o valor da sua prova e o quanto se tornaram mais do que eram ao caminhar com o Senhor! Se estes relatos não bastassem por serem históricos ou antigos … bastaria dar um pulo logo ali … e ver na igreja onde labuto tantas histórias de milagres e reconciliação, tantas alegrias e vitórias em meio a agruras e derrotas. Se ainda assim, depois de tantos testemunhos e relatos, eu ainda titubeasse em minha fé…buscaria na história evidencias do Cristo, e as encontraria.
Se outra vez eu tropeçasse e buscasse na ciência fatos que testificassem minha fé vacilante (em minha humanidade) … eu me fartaria de respostas! Mas se ainda, depois de tudo, eu decidisse que Deus é apenas “um conceito elegante” mas irreal … eu teria que peitar a minha escolha de viver sem ele, como se ele nada fosse e então correr o risco, já desenhado e anunciado por pensadores, de no fim da vida descobrir que eu estava errado, que Jesus de fato existia e fui eu quem escolhi viver e morrer sem ele!
Ainda bem que decidi por Jesus …vi nele riqueza para a minha caminhada e para a minha experiência, vi nele tudo o que eu tinha e precisava. Não obstante os pesares da vida, Jesus tem sido todo o dia a minha melhor escolha e a melhor experiência.
Pr. Yon Morato
Texto escrito pelo pastor Yon Morato, da Igreja Presbiteriana do Brasil no Ipiranga - IPBI.
Você gosta de você mesmo?
Somos especiais para Deus
REPRESENTANDO SER QUEM NÃO É
Os meios de comunicação têm influenciado de muitas maneiras os seres humanos. Uma das mais claras, diz respeito aos padrões e valores que ela sugere, modifica e inova. Isso acontece em diversas áreas, como: Ética, Moral, Econômica, Cultural etc. Mas algumas áreas, são especialmente pressionadas pela Mídia, como o conceito do que é “BONITO ou FEIO” e também o que é “IN ou OUT” (o que está ou não fazendo sucesso).Acontece que estes padrões, em muitos casos estão causando graves problemas de autoimagem. Algumas pessoas, para serem mais bem aceitas, passam a viver uma vida triste e superficial, por estarem “representando” um papel que não espelha quem realmente são. Existem também, aqueles que não se encaixam no “conceito de beleza” do momento e acabam sendo “marginalizados” pelo restante do grupo. Isto é muito comum, principalmente entre a juventude.
Claro que a Mídia não pode ser culpada por todos os problemas de autoimagem. É grande o número de jovens e adolescentes que, devido às mudanças físicas próprias da idade, por problemas de relacionamento com a família, desajustes na sociedade e outros fatores, também podem apresentar autoimagem negativa.
O fato é que muitas pessoas hoje, podem estar sendo magoadas, humilhadas e excluídas, com uma autoimagem ferida, pensando que seu caso não tem solução. Calma! Não se desespere! Existe solução sim e nós vamos estudá-la a seguir.
COMO RECONHECER UMA AUTOIMAGEM NEGATIVA?
Vamos citar algumas tendências, mas antes lembre-se: o fato de você se identificar com uma ou outra destas características, não o torna alguém com baixa autoimagem. Existem características que podem ocorrer com qualquer pessoa. Caso você se enquadre em muitas das descrições a seguir, o mais indicado seria conversar com um conselheiro:- Atitude pessimista diante da vida espera sempre o pior.
- Evita as pessoas, pois tem dificuldade de expressar emoções.
- Muito crítico, perfeccionista, pouco flexível, principalmente consigo mesmo.
- Atitude de estar “carregando o mundo nos ombros”.
- Dificuldade de perdoar aos outros e a si próprio.
- Mau ouvinte e mau perdedor.
- Teimoso, quer tudo do seu jeito.
- Quer inconscientemente ser o centro das atenções.
- Tem dificuldade em receber elogios.
- Vive comparando-se com os outros.
- Quer sempre provar que é bom no que faz.
- Superpreocupação com sua aparência e "status".
- Não consegue amar e confiar totalmente em Deus.
- Problemas quanto à aceitação do amor de outra pessoa.
- Tem medo de ficar só.
- É facilmente influenciável pelos outros.
- Usa a ira como autodefesa, fica logo exaltado.
O QUE DEUS PENSA A NOSSO RESPEITO ?
Quando alguém tem problemas de autoimagem, é comum pensar: “Deus não gosta de mim! Se Ele gostasse, eu seria um pouco melhor do que eu sou...”. Esta é justamente a idéia que o inimigo de Deus (o diabo), gostaria que todo o ser humano tivesse, para que se afastassem cada vez mais do Senhor.Você verá a seguir, versículos que confortarão o seu coração. Deus nos ama e nos valoriza muito. Aliás, a Bíblia mostra que os valores de Deus são diferentes dos homens. O Senhor vê o interior e o homem vê o exterior:
1 Samuel 16:7 – “Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura porque o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração”.
a) Deus nos trata de forma especial:
O Senhor criou todo o Universo e declarou que tudo estava “bom” (Genesis 1:10,12,18,21,25). Mas quando Ele cria o homem e a mulher (Genesis 1:27) à Sua imagem e semelhança, a expressão é outra: “Viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era MUITO BOM...” (Genesis 1:31).
O ser humano é especial na Criação, aos olhos de Deus. É especial, por ter sido feito à image m e semelhança do Criador e por ter uma missão especial dada pelo Senhor, de dominar sobre os animais e cuidar do planeta (lavrar e guardar – Genesis 2:15). O homem recebeu também um carinho especial de Deus, quando foi enganado pela serpente (Satanás) e desobedeceu às ordens do Senhor: Ele prometeu Alguém (Cristo), que venceria definitivamente a serpente.
O Criador sabe muito bem do “potencial” que a humanidade tem de fazer o que é errado – Ele declara em Jeremias 17:9-10, que o coração do homem é “enganoso e desesperadamente corrupto”. Mesmo assim, por amor, Deus enviou Jesus para resgatar e recuperar ao que se arrepende verdadeiramente (João 3:16; 14:6).
b) Deus nos fez diferentes uns dos outros:
Todos os seres humanos são diferentes. Podemos ser parecidos, mas nunca exatamente iguais. Cada etnia tem uma característica, cada família uma peculiaridade, alguns são gordos, outros magros, baixos, altos, negros, brancos, alguns nascem cegos ou com outros problemas físicos etc. Seja como for, Deus nos fez de forma “assombrosamente maravilhosa” (Salmo 139:13-16), criou-nos “para o louvor da Sua glória” (Efésios 1:12) e nos ama de forma especial - por isso mandou Jesus.
Josh McDowell, em seu livro “Construindo uma nova imagem pessoal” (Ed. Candeia, pág.187), conta a verídica história de um homem chamado Alberto, que era anunciado pela mídia como “o gordo mais gordo do mundo” (394 kg). Ele nascera numa pequena cidade do Mississipi, EUA, com um defeito genético, que fez com que acumulasse este peso todo. Paciente e bem humorado, Alberto respondia às perguntas e às brincadeiras que faziam com ele nas entrevistas. Até que um adolescente lhe perguntou: “Como se sente sendo o homem mais gordo do mundo?” E sua resposta foi: “Bem, todos somos feitos à imagem e semelhança de Deus, não somos? E todos têm formas e tamanhos diferentes. Deus me fez da maneira que sou, com um propósito e o fez da maneira como você é, com um propósito. A Bíblia diz que o corpo vai morrer e o espírito vai continuar vivendo. Assim, é mais importante como vivemos do que como parecemos”. À medida que outras pessoas chegavam para vê-lo, ele contou como se tornara cristão quando tinha 16 anos, apresentando o plano de Deus para a salvação de todo o homem. Na sala onde dava a entrevista, havia um cartaz dizendo: “A vida é um presente de Deus – lute contra o fracasso”.
Que exemplo maravilhoso! Ao invés de Alberto revoltar-se contra o Senhor (murmurando por ter um problema que a medicina não podia resolver), ele reconheceu na situação um propósito significativo, onde poderia comunicar sua fé em Jesus a muitas pessoas!
O QUE É UMA AUTOIMAGEM SAUDÁVEL?
Ter uma autoimagem saudável implica em pensar equilibradamente sobre si, NEM ALÉM (o que levaria à soberba), NEM AQUÉM (causando problemas de inferioridade). É ter um senso moderado quanto ao seu valor e respeito.Romanos 12:3 – “Porque pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes pense com moderação, segundo a medida da fé que Deus repartiu a cada um”.
A autoimagem negativa dá às pessoas, a tendência de olhar para os fatos da vida, sem considerá-los um desafio ou sem encarar a possibilidade de tentar mudá-los. Elas se vêem como vítimas, presas na armadilha de um ambiente hostil. Uma autoimagem saudável encara as dificuldades como desafios a serem enfrentados e que servirão como aprendizado e amadurecimento.
Jaime Kemp, em seu livro “Turbulentos anos da adolescencia” (Ed. Fôlego, pág. 51) diz: “Ninguém nasce amando totalmente a si mesmo! Mas, o que é aceitar-se a si mesmo? É concordar em ser a pessoa que sou. Concordar em ter as habilida des pessoais que possuo. Concordar em viver respeitando as limitações que foram impostas. Aprender a amar-se, é um desafio que começa na infância, fica mais forte, mais real na adolescência e continua na vida adulta. Vencer esse desafio torna a vida de uma pessoa mais agradável”.
SUGESTÕES PARA MELHORAR SUA AUTOIMAGEM
Josh McDowell, no livro já citado, dá algumas sugestões:- “Não se rotule de forma negativa (‘Sou desajeitado’ e assim por diante). A tendência é conformarmo-nos com o rótulo que nos damos.
- Comporte-se de maneira firme (mas não agressiva) mesmo em situações ameaçadoras, especialmente quando não se sinta tão firme.
- Quando falhar, admita ou confesse a Deus, seu Pai e então se recuse a autocondenar-se. “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Romanos 8:1). Lembre-se de que você está no processo de se tornar como Cristo. Crescer leva tempo. Seja bondoso consigo mesmo, da mesma forma que seria ou esperaria ser, para outra pessoa qualquer.
- Não se compare aos outros. Você é uma pessoa singular. Deus aprecia você em sua singularidade; tenha uma atitude semelhante em relação a si mesmo.
- Concentre-se e medite na graça, no amor e na aceitação de Deus – não nas críticas dos outros.
- Relacione-se com amigos confiantes, que gostem de você e apreciem a vida.
- Comece a ajudar os outros a verem-se a si mesmos, como Deus os vê, aceitando-os, amando-os e encorajando-os. Dê-lhes a dignidade que merecem como seres impares diante de Deus.
- Aprenda a rir; atente para o lado humorístico da vida e prove-o.
- Tenha expectativas realistas em relação aos outros, levando em conta os talentos, dons, capacidades e potencial específicos de cada pessoa.
- Tenha calma e vá devagar. Se Jesus que não tinha pecado, esperou por trinta anos, em preparativos para um ministério de três anos, talvez Deus não tenha tanta pressa a seu respeito, quanto você supõe.
- Faça o que é certo e agradável aos olhos de Deus. Quando nossas vidas refletem a pessoa de Deus, somos muito mais felizes e isto afeta nossa atitude em relação a nós mesmos.
- Lidere os outros, exercendo influência e orientação sábias, ao invés de força autoritária.
- Ame em concordância com o modelo de amor de Deus (ÁGAPE) e também com equilíbrio.” (op.cit.pág.197)
Veja também estas outras dicas, para que você coloque na prática, a teoria do que aprendeu:
- Lembre-se você não está só! Outras pessoas também estão passando pelas mesmas dificuldades - 1 Pedro 5:9
- Utilize-se da compensação. Talvez você não seja bom no esporte, mas pode ser em informática. Procure descobrir algo que você faça bem e concentre-se nisso.
- Tenha amigos verdadeiros. Um bom amigo não é aquele que só fala o que você quer ouvir. Converse com alguém que irá dar uma opinião sábia e sincera a seu respeito, sem magoá-lo.
- Faça o que estiver ao seu alcance para melhorar. Por exemplo, caso você sinta que está um pouco gordinha(o), que tal um regime?
- Outra dica: não dê ouvidos à Satanás. Ele é o grande acusador - Apocalípse 12:10
- Agradeça a Deus pelo que você é: Você seria capaz de fazer esta oração a Deus? “Graças te dou visto que pelo modo assombrosamente maravilhoso me formaste”. Salmo 139:14
Fonte: “Refletindo sobre as questões do momento”, lição no. 4, Sergio e Magali Leoto, Ed. Z3 Idéias (www.z3ideias.com.br).
Sérgio e Magali Leoto
Informações: smleoto@uol.com.br
Fones: (11) 3288-2964 e 99957-0451
www.sergioemagalileoto.com.br
Remendo novo?
"Ninguém usa um retalho de pano novo para remendar uma roupa velha; pois o remendo novo encolhe e rasga a roupa velha, aumentando o buraco. Ninguém põe vinho novo em odres velhos. Se alguém fizer isso, os odres rebentam, o vinho se perde, e os odres ficam estragados. Por isso, o vinho novo é posto em odres novos." (Bíblia, Marcos 2:21-22)
Interessante essas afirmações feitas por Jesus em meio ao movimentado início de seu ministério aqui na Terra. Segundo o escritor Marcos, Jesus havia provocado os sacerdotes e fariseus da sua época com dois feitos: primeiro o perdão dos pecados e cura de um paralítico; depois, um jantar na casa de Levi, um cobrador de impostos que Ele mesmo convidara para O seguir. Segundo o relato, nesse jantar estavam cobradores de impostos e outras pessoas de má fama (v. 15) todos com uma característica - "pessoas que o seguiam".
Vendo isso, alguns mestres fariseus ficaram indignados e foram questionar aos discípulos sobre a atitude de Jesus, o que gerou o zum-zum-zum no ajuntamento, Pronto, estava formado o clima para a bagunça. Neste cenário, Jesus ensina sobre incompatibilidade e necessidade de transformação.
Incompatibilidade - "os que têm saúde não precisam de médico, mas os doentes"
Claro, não? Mas Jesus está falando sobre o coração daqueles que o criticam. Vocês acham realmente que estão bem, que têm saúde espiritual? Então não precisam de mim, mas estes aqui, gente de má fama, entendem que estão doentes e precisam de cura; para isso eu vim!
Transformação - "ninguém usa um retalho de pano novo para remendar roupa velha; ninguém põe vinho novo em odres velhos"
Creio que essa é a maior marca do Evangelho de Cristo - não é possível aceitar o sacrifício de Jesus e manter-se o mesmo. A incompatibilidade é tremenda e a verdadeira conversão causa um rompimento de tudo que é velho; o velho homem não pode se manter em pé com a novidade de vida que o andar com Cristo traz.
Infelizmente, nos nossos dias, vemos isso sendo deixado de lado. Encontramos muitos lugares onde a mensagem é algo como "venha como está e saia do mesmo jeito, pois Deus respeita o que você é!". Sim, eu acredito que Aquele que me criou sabe das fraquezas e erros da criatura. Davi sabia muito bem disso e deixou claro em vários Salmos. A questão aqui não é o que Deus sabe, mas o que queremos que Ele saiba. Parece que existe uma aversão a ser uma nova criatura integral, abandonar os velhos hábitos e deixar as coisas velhas para trás (2 Corintios 5:17), mas o que Jesus nos ensina é que esse modo de vida simplesmente não dá! O pano novo do Evangelho tem que acabar rasgando o pano velho da velha criatura; o vinho novo da conversão certamente vai rasgar o velho odre e se isso não acontecer, algo está errado.
Que Deus nos ajude a viver de forma que o Evangelho de Jesus seja pregado sem medo de falar sobre o pecado e necessidade da novidade de vida que dele vem, onde os panos e odres velhos da nossa vida longe de Deus sejam rasgados e trocados por novos. Onde o velho homem seja em tudo rasgado e trocado pela nova criatura.
Incompatibilidade - "os que têm saúde não precisam de médico, mas os doentes"
Claro, não? Mas Jesus está falando sobre o coração daqueles que o criticam. Vocês acham realmente que estão bem, que têm saúde espiritual? Então não precisam de mim, mas estes aqui, gente de má fama, entendem que estão doentes e precisam de cura; para isso eu vim!
Transformação - "ninguém usa um retalho de pano novo para remendar roupa velha; ninguém põe vinho novo em odres velhos"
Creio que essa é a maior marca do Evangelho de Cristo - não é possível aceitar o sacrifício de Jesus e manter-se o mesmo. A incompatibilidade é tremenda e a verdadeira conversão causa um rompimento de tudo que é velho; o velho homem não pode se manter em pé com a novidade de vida que o andar com Cristo traz.
Infelizmente, nos nossos dias, vemos isso sendo deixado de lado. Encontramos muitos lugares onde a mensagem é algo como "venha como está e saia do mesmo jeito, pois Deus respeita o que você é!". Sim, eu acredito que Aquele que me criou sabe das fraquezas e erros da criatura. Davi sabia muito bem disso e deixou claro em vários Salmos. A questão aqui não é o que Deus sabe, mas o que queremos que Ele saiba. Parece que existe uma aversão a ser uma nova criatura integral, abandonar os velhos hábitos e deixar as coisas velhas para trás (2 Corintios 5:17), mas o que Jesus nos ensina é que esse modo de vida simplesmente não dá! O pano novo do Evangelho tem que acabar rasgando o pano velho da velha criatura; o vinho novo da conversão certamente vai rasgar o velho odre e se isso não acontecer, algo está errado.
Que Deus nos ajude a viver de forma que o Evangelho de Jesus seja pregado sem medo de falar sobre o pecado e necessidade da novidade de vida que dele vem, onde os panos e odres velhos da nossa vida longe de Deus sejam rasgados e trocados por novos. Onde o velho homem seja em tudo rasgado e trocado pela nova criatura.
CRISE CONJUGAL: DEUS PODE AJUDAR?
“Deus pode intervir, se eu tiver uma crise séria, em meu casamento? E como se dará esta intervenção?”
Pergunta respondida pelos autores Sergio e Magali Leoto, em seu novo livro “Histórias de Amor com um toque divino”.
O casamento foi uma invenção de Deus. Como toda pessoa que cria algo, Ele sabe a melhor maneira de desfrutar da “invenção”, que no caso é o casamento. O Senhor está disposto a ajudar, a todo aquele que O buscar. A Bíblia diz que “Deus é Amor” (1Jo 4.16) e Ele é o grande professor sobre o assunto Amor! O Senhor deseja ensinar a amar de forma prática e com toda a profundidade, a todo casal que O buscar e clamar por Sua intervenção.
O que ocorre no entanto, é que muitos casais buscam a benção de Deus, apenas no dia do casamento! Ao saírem da Igreja em que acabaram de se casar, eles dizem: - “Obrigado pela Sua benção, Senhor! Agora, deixe tudo por nossa conta, pois a vida é só nossa!”. Aí, passam 5, 10, 15 anos batendo a cabeça, tentando tomar decisões sozinhos, fazendo o melhor que podem: algumas vezes, acertam e muitas vezes, não! O desgaste pessoal vai-se aprofundando cada vez mais! E Deus fica esperando um convite, para poder ajudar! Ele não quer ser um “intruso” – Ele quer ser “convidado” a auxiliar o casal.
O melhor a ser feito, é deixar Deus participar do casamento desde o começo! Nós costumamos dizer que o Senhor quer que tenhamos um “casamento a tres”, composto pelos dois conjuges e Deus. Nós O convidamos para “dar palpites” em nosso relacionamento, nossa vida conjugal, nossos planos, negócios, enfim – tudo! Quando o Criador do Universo tem essa liberdade conosco, nossas chances de acertar são maiores. Acertaremos sempre? Não, ainda poderemos errar, pois Deus nos dá a Sua sugestão, mas muitas vezes os seres humanos, decidem não escolhê-la. Passado o problema, avaliamos o que aconteceu, aprendemos com os erros e tentamos ouvir e confiar mais, nos conselhos de Deus, futuramente.
Para responder sobre “Como se dará esta intervenção?”, podemos afirmar que Deus é tão discreto e criativo, que muitas vezes nem perceberemos que Ele esteve perto de nós, agindo o tempo todo sobrenaturalmente! Outras ocasiões, Ele age mandando um mensageiro seu, que pode ser um outro ser humano (como um conselheiro) ou até mesmo um anjo.
Deus pode agir, através de uma intervenção médica sobrenatural ou dando Sabedoria divina, aos médicos de plantão. Também pode agir, mudando uma situação, impedindo que um mal iminente se abata sobre o casal. Mas o Senhor pode permitir que as dificuldades venham, para criar mais dependencia e intimidade do casal junto a Ele. Assim sendo, Deus é maravilhosamente Soberano. Ele faz com que “todas as coisas cooperem para o bem daqueles que amam a Deus” (Romanos 8.28).
Pr. Sérgio e Magali Leoto
www.sergioemagalileoto.com.br
Conheça o livro “Histórias de Amor com um toque divino”
- DOZE HISTÓRIAS REAIS onde a ajuda divina foi vital para um final feliz!
- Encorajamento para SOLTEIROS E CASADOS!
Autores: Sergio e Magali Leoto
Aventura Extra Conjugal???
“Não vejo nenhum mal em viver uma aventura extraconjugal, desde que meu conjuge nunca fique sabendo. O que a Bíblia fala a este respeito?” (pergunta respondida pelos autores Sergio e Magali Leoto, em seu novo livro “Histórias de Amor com um toque divino”).
Ainda que você não veja nenhum mal nesta atitude, a Palavra de Deus chama isto de “adultério”. Creio que alguns dos assuntos mais abordados em ambientes de aconselhamento (realizado tanto por conselheiros, líderes e até psicólogos cristãos), são justamente os casos que envolvem infidelidade e adultério. São temas comuns fora do ambiente das igrejas, mas agora têm abalado fortemente muitas comunidades cristãs.
Aqueles que frequentam igrejas há mais tempo, têm notícia de casos como estes há décadas. Portanto, não há “novidade” no assunto “adultério”. O que está sendo espantoso em nossos dias é o aumento ass ustador da incidência destes casos. Fala-se muito da “epidemia” de dengue, gripe suína, etc. Mas estamos convivendo com uma “epidemia” diferente: a do adultério. O que é veiculado pela Mídia, sem dúvida contribuiu para este crescimento.
Os aconselhamentos são quase sempre assim: o cônjuge ofendido, normalmente é quem procura ajuda. Traz suas “suspeitas” (bem fundamentadas), mas sem a evidência que traria à luz o comportamento errado do parceiro. O cônjuge suspeito, que geralmente reluta em comparecer ao Aconselhamento, acaba vindo quando o outro diz: “se você não deve, não tem nada a temer!”. Mesmo contrariado, este cônjuge comparece às reuniões, para negar sistematicamente qualquer suspeita.
Alguns cônjuges podem ter o chamado “ciúme patológico” (e estes precisam de tratamento especial), onde a suspeita é infundada e doentia. Mas os casos mais comuns são aqueles onde as “suspeitas sem evidências”, depois de alguns meses tornam-se “suspeitas comprovadas”, através de situações incontestáveis do adultério. Quando um caso destes é descoberto, não apenas a família dos cônjuges sofre, mas todos os que se relacionam com eles.
A Bíblia nos traz orientações importantíssimas quanto ao adultério. Veja algumas delas:
1. Adultério é um dos 10 assuntos mais importantes da humanidade (Top 10, os Dez Mandamentos) e Deus é CONTRA! – Exodo 20:14 “Não adulterarás”. Não há como ser mais específico. O Senhor não “sugere”, que nós não cometamos adultério; Ele exige (o tempo de verbo é imperativo)! Deus é claro em relação ao que espera de nós.
2. A Bíblia trata o adultério não apenas como um problema “sexual”, mas volta-se contra a “quebra de confiança e fidelidade”. É muitas vezes comparado à área espiritual, onde o povo de Deus comete “adultério”, voltando-se contra o Senhor e procurando deuses que não existem – Ezequiel 23:37.
3. Adultério é uma “armadilha” – o ser humano utiliza armadilhas para capturar e matar muitos animais. No adultério ele torna-se a vítima. Pode acontecer quando se cai infantilmente (num momento de insensatez, e depois tem que conviver com as consequências), ou então quando se é vítima de chantagem, por parte de quem o seduziu - Provérbios 22:14; 6:32; 30:20; 6:26 – BLH.
4. “Fugir enquanto há tempo” é a orientação bíblica - pois ninguém fica perto do fogo sem se queimar (Provérbios 6:27-29). Salomão, no livro de Provérbios, adverte: quanto mais perto dos ensinos da Palavra, mais luz para os caminhos (6:23), mais proteção contra o adultério (6:24a), mais forças para fugir dos falsos elogios, as chamadas “cantadas” (6:24b), da sedução dos olhares, da cobiça do que se vê, na pessoa que não é seu cônjuge (6:25).
5. O doce sabor inicial, esconde um veneno que conduz à ruína – “os lábios da mulher imoral destilam mel; sua voz é mais suave que o azeite, mas no final é amarga como fel, afiada como uma espada de dois gumes. Os seus pés descem para a morte (...) Fique longe dessa mulher (...) para que você não entregue aos outros o seu vigor nem a sua vida a um homem cruel. (...) Você dirá: Como odiei a disciplina (...) Cheguei à beira da ruína completa, à vista de toda a comunidade”. (Provérbios 5:3-14).
Mesmo com tudo o que vimos, a Bíblia deixa claro: sempre existe esperança para quem quer voltar atras, arrepender-se de seus erros e fazer a vontade de Deus! “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça” (1João1:9). “Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia” (Provérbios 28:13). “Se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar de seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei os seus pecados e curarei a sua terra”. (2Cronicas 7:14). Como vemos, Deus não aceita ser conivente com o pecado; mas Ele quer recuperar quem está arrependido e está disposto abandonar a prática de seus erros.
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- Doze histórias reais, onde a ajuda divina foi vital para um final feliz!- Encorajamento para solteiros e casados.
Autores: Sergio e Magali Leoto
Algumas perguntas respondidas neste livro:
1) “Por que eu tenho tanta dificuldade de encontrar a pessoa certa para namorar, visando um possível casamento? O que acontece comigo?”2) “Eu preciso encontrar alguém que seja a minha ‘alma gêmea’, a minha ‘cara metade’?”
3) “Sou EU que escolho, ou é DEUS quem escolhe a pessoa com quem vou me casar?”
4) “Devo insistir em um namoro, se forem frequentes os desentendimentos e divergências de pensamento? Não é melhor romper logo, visando ter o mínimo de sofrimento para os dois?”.
5) “Tenho amigos que se divorciaram em menos de dois anos de casados. O que devo fazer para não fracassar também, quando eu casar?”.
6) “Estou namorando há algum tempo e já estamos pensando em casamento. Só que a pessoa tem alguns defeitos, que eu não gosto. Às vezes, eu penso que quando nos casarmos, estes defeitos irão melhorar. Será que isso é verdade?”
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